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HISTÓRIA DO CAFÉ
Não há evidência real sobre a descoberta do café, mas há muitas lendas que relatam sua possível origem. Uma das mais aceitas e divulgadas é a do pastor Kaldi, que viveu na Absínia, hoje Etiópia, há cerca de mil anos. Ela conta que Kaldi, observando suas cabras, notou que elas ficavam alegres e saltitantes e que esta energia extra se evidenciava sempre que mastigavam os frutos de coloração amarelo-avermelhada dos arbustos existentes em alguns campos de pastoreio.
O pastor notou que as frutas eram fonte de alegria e motivação, e somente com a ajuda delas o rebanho conseguia caminhar por vários quilômetros por subidas infindáveis.
Kaldi comentou sobre o comportamento dos animais a um monge da região, que decidiu experimentar o poder dos frutos. O monge apanhou um pouco das frutas e levou consigo até o monastério. Ele começou a utilizar os frutos na forma de infusão, percebendo que a bebida o ajudava a resistir ao sono enquanto orava ou em suas longas horas de leitura do breviário. Esta descoberta se espalhou rapidamente entre os monastérios, criando uma demanda pela bebida. As evidências mostram que o café foi cultivado pela primeira vez em monastérios islâmicos no Yemen.
CAFÉ E DEPENDÊNCIA

O café não causa vício, mas sim um
hábito saudável, como o exercício!

Uma das principais críticas das pessoas que não gostam ou que ainda possuem preconceito contra o café é de que a bebida causa dependência. Talvez seja pela água que o café possui. Pois caso uma pessoa seja colocada numa sala com alimentos, mas sem água por uns poucos dias, ela reclamará a falta da água. E apresentará sinais de dependência da água. Boca seca, sede intensa, apatia, prostração e fraqueza são sinais iniciais da falta de água. A seguir podem surgir delírios, alucinações e alterações do comportamento. A pessoa lentamente fica confusa e perde a consciência. A seguir entra em coma e morre.
A primeira coisa que cada ser humano faz ao nascer é se tornar dependente químico. Ao respirar pela primeira vez o recém nascido torna-se dependente do oxigênio para todas as atividades bioquímicas de seu organismo. A seguir torna-se dependente químico do mais nobre dos alimentos: o leite materno. Por isto podemos ser dependentes de coisas saudáveis, como água, leite, café e exercícios (hábitos saudáveis) ou dependentes químicos de substâncias que prejudicam a saúde (vício), como o tabaco, álcool e drogas ilegais.

CAFÉ E COMPOSIÇÃO QUÍMICA:

O café não é só cafeína. A maioria das pessoas que
toma café diariamente ignora quais são as substâncias
que estão presentes no café e pensa que o café
contém apenas ou principalmente cafeína.
Grande engano. O café possui apenas 1 a 2,5 % de
cafeína e diversas outras substâncias em maior quan-
tidade. E estas outras substâncias podem até ser mais
importantes do que a cafeína para o organismo
humano. O grão de café (café verde) possui além de
uma grande variedade de minerais como potássio (K),
magnésio (Mg), cálcio (Ca), sódio (Na), ferro (Fe),
manganês (Mn), rubídio (Rb), zinco (Zn), Cobre (Cu),
estrôncio (Sr), cromo (Cr), vanádio (V), bário (Ba),
níquel (Ni), cobalto (Co), chumbo (Pb), molibdênio
(Mo), titânio (Ti) e cádmio (Cd); aminoácidos como
alanina, arginina, asparagina, cisteína, ácido
glutâmico, glicina, histidina, isoleucina, lisina, me-
tionina, fenilalanina, prolina, serina, treonina, tirosina, valina; lipídeos como trigli-cerídeos e ácidos graxos livres , açúcares como sucrose, glicose, frutose, arabinose, galactose, maltose e polissacarídeos. Adicionalmente o café também possui uma vitamina do complexo B, a niacina (vitamina B3 , PP ou "Pelagra Preventing" do inglês) e, em maior quantidade que todos os demais componentes, os ácidos clorogênicos, na proporção de 7 a 10%, isto é, 3 a 5 vezes mais que a cafeína.

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